domingo, 18 de janeiro de 2015

#DESABAFO 1

Quem são seus verdadeiros amigos?                                                                                                                                                                                                             Um texto de Paulo Vinícius
Você conhece seu melhor amigo? Ele é aquela pessoa que te ajuda nos momentos difíceis, ou é aquele que vira as costas e te ignora? Sim, todos têm problemas com amizades e etc. Muitas delas são hipócritas o suficiente de te magoar, fazer você ficar pior do que já estava assim lhe afundando cada vez mais na sua “psico” problemática, e ainda  tem “a cara de pau” de tentar voltar pra sua vida - em um conflito de interesses - como se nada estivesse acontecido/acontecendo. Só depois de tudo isso, você pode descobrir quem “são os verdadeiros” com quem você pode contar, são aqueles que te ligam que insistem em te ver com aquele sorriso torto, aqueles que vêm em sua casa “rezar” por você, ou talvez que te levem pra sair, que façam algo pra te tirar dessa situação, não aquele que só esta com você enquanto usufrui de seus bens materiais ou até mesmo de seu bom coração.
Não podemos nos abalar com essas pessoas, devemos levantar a cabeça e demonstrar através de seus atos que a má atitude dela não te atingiu que você superou e que não esta no mesmo grau de infantilidade dela. Seus verdadeiros amigos são aqueles que mesmo não estando com você estão lá em suas casas, em seus trabalhos, ou em qualquer lugar pensando em você, torcendo pra te ver bem, é aquele “cara” chato que não sai do seu pé, fazendo bobagens para você rir, são essas pessoas com quem devemos nos preocupar, não aqueles babacas hipócritas, que só querem “sugar” nossa felicidade. Se apeguem em alguém como seus pais, seu namorado (a) ou até mesmo uma pessoa com um grau de amadurecimento melhor como os eu, como talvez um professor, e até mesmo um amigo, mas, por ventura, se aventure em conversar com desconhecidos, pelo grande motivo dele não te conhecer, assim não poder espalhar seu segredo ou seu problema, mas nunca, jamais, em hipótese alguma confie demais em alguém, principalmente um desconhecido.
Como diria o Grande poeta Gilberto Gil, “[...] Eu cá com meus botões, de carne e osso [...]” me dispenso de amizades supérfluas.

Paulo Vinícius. 

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