Quem são seus verdadeiros amigos? Um texto de Paulo Vinícius
Você
conhece seu melhor amigo? Ele é aquela pessoa que te ajuda nos momentos difíceis,
ou é aquele que vira as costas e te ignora? Sim, todos têm problemas com
amizades e etc. Muitas delas são hipócritas o suficiente de te magoar, fazer
você ficar pior do que já estava assim lhe afundando cada vez mais na sua “psico”
problemática, e ainda tem “a cara de pau”
de tentar voltar pra sua vida - em um conflito de interesses - como se nada
estivesse acontecido/acontecendo. Só depois de tudo isso, você pode descobrir
quem “são os verdadeiros” com quem você pode contar, são aqueles que te ligam
que insistem em te ver com aquele sorriso torto, aqueles que vêm em sua casa “rezar”
por você, ou talvez que te levem pra sair, que façam algo pra te tirar dessa
situação, não aquele que só esta com você enquanto usufrui de seus bens materiais
ou até mesmo de seu bom coração.
Não podemos
nos abalar com essas pessoas, devemos levantar a cabeça e demonstrar através de
seus atos que a má atitude dela não te atingiu que você superou e que não esta
no mesmo grau de infantilidade dela. Seus verdadeiros amigos são aqueles que
mesmo não estando com você estão lá em suas casas, em seus trabalhos, ou em qualquer
lugar pensando em você, torcendo pra te ver bem, é aquele “cara” chato que não
sai do seu pé, fazendo bobagens para você rir, são essas pessoas com quem
devemos nos preocupar, não aqueles babacas hipócritas, que só querem “sugar”
nossa felicidade. Se apeguem em alguém como seus pais, seu namorado (a) ou até
mesmo uma pessoa com um grau de amadurecimento melhor como os eu, como talvez
um professor, e até mesmo um amigo, mas, por ventura, se aventure em conversar
com desconhecidos, pelo grande motivo dele não te conhecer, assim não poder
espalhar seu segredo ou seu problema, mas nunca, jamais, em hipótese alguma
confie demais em alguém, principalmente um desconhecido.
Como diria o
Grande poeta Gilberto Gil, “[...] Eu cá com meus botões, de carne e osso [...]”
me dispenso de amizades supérfluas.
Paulo Vinícius.





















